JANEIRO ANO VII - #30
Quinta, 07 Janeiro 2016 19:02

Pós-modernidade, globalização e crise dos partidos políticos1

Escrito por Antônio Levino
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Antônio Levino*

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No âmbito do senso comum está amplamente difundida a ideia de que, no contexto da pós-modernidade, a emergência dos movimentos sociais teria provocado uma elevação da sua relevância em detrimento do modo tradicional de ação política pela via das organizações partidárias. Na verdade, esta é uma questão antiga que remonta aos primórdios do capitalismo, época na qual se inaugurou um vigoroso embate ideológico entre a burguesia emergente e a nascente classe operária, que então dava os primeiros passos rumo à construção de um projeto próprio de sociedade. Na atualidade, o crescente debate sobre o tema guarda uma estreita relação com a crise do pensamento ocidental e a reformulação da teoria marxista.

 

1. Pós-modernidade e crise da representação partidária

 

Muito se discute sobre as formas tradicionais de organização terem perdido a capacidade de representar os questionamentos e defender os interesses coletivos da sociedade.

 

Já nos primeiros congressos mundiais do movimento operário, a necessidade de uma organização revolucionária dos trabalhadores se constituiu numa das principais polêmicas. Desde então, o assunto transmutou, mas nunca saiu de pauta sendo a crise atual de representatividade dos partidos políticos o momento de maior acirramento da contradição estabelecida entre as correntes que se formaram em torno do tema.


No alvorecer do capitalismo, o pensamento conservador procurava difundir a ideia de que os partidos já existentes correspondiam plenamente aos interesses de toda a sociedade, ao mesmo tempo em que os trabalhadores acreditavam que as organizações sindicais bastavam como instrumento de mobilizações de massa para a conquista dos seus direitos. Desde então, Marx alertava que era impossível a existência de um partido sem classe ou que representasse todas as classes. Antes de tudo, afirmava que os partidos políticos eram organizações historicamente determinadas, que respondiam às aspirações de poder dos segmentos que representavam. Daí a impossibilidade de satisfazer interesses antagônicos.


Coube justamente a Marx e Engels formularem a síntese da necessidade histórica de um partido revolucionário, realizada no Manifesto do Partido Comunista, no qual sustentaram a tese de que somente dispondo do próprio partido a classe operária poderia construir uma nova sociedade baseada na justiça social. Era esta a utopia que animava as grandes lutas daquela época. A proposta marxista consistia numa articulação estratégica entre os movimentos trabalhistas liderados pelos sindicatos e os objetivos revolucionários anunciados pelos partidos. Assim, enquanto essa acepção era assimilada, gradativamente foram superadas as limitações do “Cartismo”, um movimento que pregava a união dos trabalhadores em torno de uma plataforma unitária (uma carta de princípios), assim como as limitações do “Trade-unionismo” para o qual as agremiações sindicais já eram instrumentos de luta suficientes.


Na verdade, tanto num extremo quanto noutro da contenda havia equívocos. Isso porque, se para os sindicalistas o movimento era tudo e o objetivo nada, para os militantes partidários, o objetivo era tudo e o movimento nada. Essa contradição foi sendo superada aos poucos, à medida que parcelas cada vez maiores de trabalhadores iam se convencendo de que, para além das reivindicações corporativas, era necessário ser consequente na disputa pelo poder enquanto os ativistas partidários se convenciam de que a luta por reformas contribuía para a elevação do nível de consciência de classe do proletariado alimentando, assim, a perspectiva revolucionária da disputa pelo poder. A jornada de trabalho de oito horas diárias e o descanso remunerado semanal são exemplos de conquistas acumuladas na longa trajetória do movimento operário que chegou até a “tomar o céu de assalto”, chegando ao poder pela via revolucionária. Se a história finalmente deu razão a Marx não caberia indagar o que teria levado a crise dos partidos políticos como forma de organização/representação dos trabalhadores?


Pensam alguns que o nível atual de complexidade atingido pela sociedade produziu novos padrões de relações sociais, diante das quais os partidos foram perdendo a capacidade de formular respostas que atendam aos interesses da maioria enquanto as outras formas de organização passaram a desenvolver mecanismos de mobilização mais eficientes e bem mais identificados com as aspirações da sociedade civil. Nesse quadro, as Organizações Não Governamentais (ONG) representam bem a crença amplamente difundida de que a globalização transformou o planeta numa grande aldeia onde o Estado e a sociedade se interpenetram tornando anacrônicas as ideias de classe e conflito de classes bem como de pregação da necessidade do proletariado de pugnar pelo poder.


Os partidos são de fato inócuos numa realidade em que a consciência de classe e a perspectiva do poder se esvaem na busca incessante do possível como se estivessem realizando o ideal. Esta é uma realidade em que se propõe abraçar a radicalidade democrática como um fim e não mais como um meio, substituindo as formas tradicionais de atuação e/ou organização pela recomendação geral de se “pensar globalmente e agir localmente”, renunciando à perspectiva de intervenção política revolucionária. O problema é que as ONGs restringem sua eficiência mobilizadora às questões temáticas sem ter como finalidade a alteração do poder de mando. Mesmo assim, atuando ligadas em redes ou isoladas em pequenos nichos aumentaram a sua influência ao se identificarem com a defesa das bandeiras negligenciadas pelos partidos políticos, que se ocuparam cada vez mais com a luta pelo poder deixando de lado a micropolítica do cotidiano.

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2. Pós-modernidade, marxismo e revolução

 

Quando foi que os partidos perderam a noção de que os meios e os fins se coadunam tal qual ensinava Marx?


Num excelente artigo publicado na revista Monthly Review, de julho de 1995, traduzido e republicado pela Crítica Marxista (vol.1, nº 1 de 1996), Ellen Meiksins Wood lança luzes sobre o confronto entre o marxismo e a agenda pós-moderna promovendo um resgate histórico das crises econômicas do capitalismo e sua repercussão política. A autora começa por identificar um pessimismo na cultura de nossos dias, que tem raízes no período que antecede a Primeira Guerra Mundial, descrito por Oswald Spengler, em 1918, como um momento em que se deu o declínio do Ocidente e a passagem para a pós-modernidade.


Spengler anunciou o fim da civilização ocidental e seus valores dominantes ressaltando que, na sua época, os vínculos e tradições que uniram a sociedade estavam se decompondo. Os laços cotidianos de solidariedade se desagregavam juntamente com unidade de pensamento e cultura. Para ele, a civilização do Ocidente passava do outono do iluminismo ou esclarecimento para o inverno do individualismo e niilismo cultural. Spengler escreveu sobre o declínio do Ocidente durante a Primeira Guerra, porém, as suas ideias foram fortemente recuperadas no pós-Segunda Guerra quando, em 1959, Wriht Mills anunciava o fim da idade moderna e a sua substituição por um período pós-moderno, no qual toda a perspectiva histórica que caracterizava a cultura ocidental deixava de ser relevante. Mills proclamava que o Liberalismo e o Socialismo – ideologias fundadas na fé iluminista do progresso unificado da razão e da liberdade – haviam falido como explicações do mundo e de nós mesmos. Só restava concluir, então, que Marx estava ultrapassado.


Ellen Meiksins Wood arriscou um palpite sobre por que Spengler e Mills se tornaram pessimistas. A conjuntura política entre Spengler (1918) e Wrigt Mills (1959) fora marcada por uma catastrófica história de depressão, guerra e genocídio, seguida da promessa de prosperidade material do Welfare State. Na explicação de Wood, a época de Spengler excedeu os piores temores da humanidade e a de Mills suas mais visionárias esperanças. Spengler escreveu num tempo de guerra, revoluções e difusão da democracia de massas que ameaçavam as classes dominantes. Mills escreveu na calmaria dos anos 1950, na maré montante da prosperidade capitalista e clima de apatia política.


Mills ensinava estudantes que, mesmo vivendo sob a guerra fria e ameaça nuclear, podiam aspirar por um futuro material particularmente brilhante. A era de ouro do capitalismo começava a convencer acadêmicos de que problemas da sociedade ocidental tinham sido solucionados. Preponderavam as condições de harmonia social e de que a realização do progresso do iluminismo estava próxima de ser concluída. Nada melhor era possível, necessário ou desejável e, diante desse quadro, era difícil perceber a outra América que não participava do banquete.


Segundo Meiksins Wood, a morte do otimismo de Mills resultava, ao mesmo tempo, do sucesso e do fracasso. Os objetivos do iluminismo, por um lado, tinham sido efetivamente alcançados na forma da racionalização da organização social e política, no progresso científico e tecnológico inconcebível ao mais otimista sonhador iluminista e na difusão do ensino universal nas sociedades ocidentais avançadas. Por outro lado, esses avanços não fizeram aumentar a racionalidade substantiva dos seres humanos.

 

A racionalização, burocracia e tecnologia moderna restringiram mais que aumentaram a liberdade humana, uma vez que a racionalidade sem relação com liberdade produzia Robôs Felizes que se adaptavam a organizações gigantescas e avassaladoras sobre as quais não se exercia controle algum. Robôs Felizes seriam pessoas a quem não se podia atribuir anseio de liberdade ou desejos de razão.


A teoria social do século XX se ocupava do pessimismo e da alienação. O florescimento do capitalismo do bem-estar e do consumo de massas levou a classe operária a deixar de ser força de oposição enquanto certas vertentes marxistas elevaram os estudantes e intelectuais à condição de agentes da “revolução cultural”. Há muitas semelhanças entre a época de Mills e a nossa. Nos tempos atuais em que o conservadorismo eufórico chega a proclamar o fim da história e o triunfo definitivo do capitalismo, a esquerda fala em fim da era da pós-modernidade, repetindo o argumento de Mills, quando decreta a segunda morte dos valores do iluminismo. Seguindo os argumentos de Wood, a visão de declínio de época levaria à convicção de uma ruptura radical com o passado e com tudo o que já foi dito. É preciso renegar a história e o fato de que todas as rupturas do século XX têm a marca da crise do capitalismo, o sistema das mil mortes.


Para Meiksins Wood, os novos pós-modernos insistem na “diferença” e na natureza fragmentada da realidade e do conhecimento humano. São insensíveis à história e aos apelos reacionários daqueles que atacam os valores do iluminismo proclamando o irracionalismo. Teorias anteriores ainda se baseavam em alguma concepção particular de história. Wood esclarece que, para Mills, a análise histórica no âmbito do iluminismo ressaltava o espaço de liberdade humana de formular opções assumindo como amplos os limites da possibilidade histórica – antítese das concepções pós--modernas atuais. Já os pós-modernos negam a existência de conexões estruturais e a própria possibilidade causal. Estruturas e causas foram substituídas por fragmentos e contingências. Não existiria uma coisa chamada sistema social com sua própria unidade sistêmica e suas leis de movimento, mas somente tipos diferentes de poder, opressão, identidade e discurso.


No entendimento de Wood, rejeitam-se as antigas grandes narrativas como conceitos iluministas de progresso e qualquer ideia de causalidade histórica inteligível e toda ideia de fazer história. Para os pós-modernos, só existiriam diferenças anárquicas desconectadas e inexplicáveis, conclui. Pela primeira vez se teria produzido uma teoria de mudança de época histórica baseada na negação da história – o que pode ter gerado um paradoxo na pós-modernidade marcada por uma negação da história associada ao pessimismo político. Se não há sistemas na história suscetíveis a uma análise causal não se pode aspirar por algum tipo de oposição unificada, nem pela emancipação humana geral, nem pela contestação ao capitalismo do tipo socialista. O máximo pelo que se pode aspirar é um conjunto de resistências particulares e separadas.


É preciso compreender, no entanto, que o pessimismo político tem origem numa visão otimista da prosperidade e das possibilidades capitalistas que estão presentes nos traços que marcam as atitudes pós-modernas atuais. Vive-se, hoje, um período que se assemelha à época de ouro do capitalismo, no qual o consumismo adquire uma multiplicidade de padrões que levam à proliferação de estilos de vida, e também não se reconhece mais a crise estrutural no capitalismo nem se assimila qualquer impacto dela. Os pós-modernos acreditam que não se pode transformar nem sequer entender o sistema, e uma vez que não podem criticar o sistema nem se opor a ele, relaxam e aproveitam. Teóricos sabem que nem tudo está bem, mas não buscam entender a pobreza e o trabalho inseguro. Para Mills, o problema central de sua época era que não se podia esperar que robôs felizes ansiassem por liberdade e razão, já os pós-modernos atuais consideram valores do iluminismo como o próprio problema. A pós-modernidade revela a submissão derrotista à força incontrolável do capital e a rendição e exaltação ao consumismo. Se Mills sustentava visão elitista de que trabalhadores estavam sujeitos a virar robôs deixando aos estudantes e intelectuais o papel da realização de levantes, hoje, os intelectuais são a própria consciência teórica do robô feliz. Como não são compatíveis as expectativas de Robôs Felizes e Críticos Sociais, ainda é possível sonhar com um futuro diverso.

 

O fato é que o modismo pós-moderno repete o tema do derrotismo, mas convence porque responde às condições reais do mundo contemporâneo. A esquerda pós-moderna, por exemplo, não enfrenta o capitalismo e se apresenta como pós-marxista ou pós--estruturalista buscando enfatizar os temas da hora com ênfase na linguagem, na cultura e no “discurso” em contraponto às preocupações “economicistas” e da economia política, ou seja, cedendo ao argumento de que a linguagem é tudo o que podemos conhecer sobre o mundo, já que não temos acesso a nenhuma outra realidade. A esquerda chega a rejeitar o conhecimento “totalizante” e dos valores “universalistas”, incluindo: concepções ocidentais de racionalidade, ideias gerais de igualdade liberal ou socialista e a concepção marxista de emancipação humana. A moda ditada é a da ênfase na “diferença” e em identidades particulares e diversas como gênero, raça, etnicidade. As identidades são tomadas como variáveis incertas e frágeis, dificultando a consciência baseada na solidariedade e nas ações coletivas fundadas na “identidade” social comum ou de classe – o que termina por exaltar o repúdio às “grandes” narrativas como ideias de progresso incluindo a teoria marxista de história.


Meiksins Wood afirma que o marxismo é contestado por privilegiar o modo de produção, determinante histórico e classe em contraposição à identidade, ou então determinantes econômicos e materiais em contraposição à construção discursiva da realidade. O pós-modernismo se resume na ênfase da natureza fragmentada do mundo e do conhecimento humano e na impossibilidade de qualquer política emancipatória baseada em algum tipo de visão “totalizante”. A própria crítica ao capitalismo está excluída, pois não se pode dizer que o capitalismo exista enquanto sistema totalizante. Se a política, no sentido tradicional do termo (poderes abrangentes de classe e/ou Estado ou a oposição a estes), está eliminada, toma lugar a “política de identidade” ou a do pessoal enquanto político.


Em resumo, a pós-modernidade é caracterizada por um ceticismo epistemológico e profundo derrotismo político, entretanto é preciso reconhecer a superação de noções tradicionais de progresso fundado no ideal iluminista e admitir a emergência de identidades diversas da classe social e o ressurgimento de “identidades” nacionalistas. Também é necessário perceber as mudanças estruturais no interior da própria classe operária e suas divisões raciais e sexuais e reconhecer a importância da linguagem e cultura no mundo dominado pelos símbolos da comunicação de massas e pela superestrada da informação. Correto seria oferecer explicações históricas para essas questões ao invés de apenas se submeter a elas adaptando-se ideologicamente. É preciso desafiar os limites impostos à ação de resistência e responder ao mundo atual como críticos e não como robôs felizes. Existe uma aliança entre o triunfalismo capitalista e o pessimismo socialista. A vitória da direita reflete na esquerda como uma aguda contração das aspirações socialistas. A esquerda precisa, portanto, realizar uma crítica ao capitalismo e não se entregar às resistências locais e particulares. “Não se trata apenas de saber como agir contra o capitalismo, mas de pensar contra ele”, reflete Ellen Meiksins Wood.

 

* Antônio Levino é doutor em Saúde Pública, médico, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), pesquisador da Fiocruz, membro do Comitê Central e presidente municipal do PCdoB em Manaus/AM.

 

NOTA 1 : Na construção deste texto fez-se uso livre das ideias contidas no artigo “Em defesa da história: o marxismo e a agenda pós-moderna” (tradução de João Roberto Martins Filho). In: revista Crítica Marxista, vol. 1, nº 3, 1996. Os conceitos sobre partidos políticos foram consultados no Dicionário de Política, de Norberto Bobbio, Nicola Matteucci e Gianfranco Pasquino. 5ª ed. Brasília: Universidade de Brasília, 1993.


A segunda parte deste artigo será publicada na edição 136 (maio/junho) de Princípios, mas a íntegra do texto já está disponível no site da revista:
www.revistaprincipios.com.br

 

NOTAS
(1) ARBEX JR., José. Terrorismo: um legado da história, 9 de outubro de 2001, 3 páginas – que circulou na Internet em língua espanhola, sem maiores referências.
(2) Aos que queiram conferir essa passagem bíblica, podem fazê-lo em Juízes, capítulo 16, versículos 23 a 31, p. 323. Bíblia, tradução de Almeida. São Paulo: Vida, 1981.
(3) Editorial da Revista Carta Capital, edição 833 de 21-01-2015, p. 14-18, de Mino Carta.
(4) SAFATLE, Vladimir. Carta Capital, edição citada, p. 27.
(5) MAIEROVITCH, Wálter Fanganiello. Carta Capital, edição citada, p. 19.
(6) CARTA, Gianni. “Morre por mim, França”. In: Carta Capital, edição citada, p. 20-23.
(7) BOUAMAMA, Said. In: https://bouamamas.wordpress.com/2015/01/11/lattentat-contre-charlie-hebdo-loccultation-politique-et-mediatique-des-causes-des-consequences-et-des-enjeux/ de 25-01-2015.
(8) Blog Moon of Alabama, de 7 de janeiro de 2015 http://www.moonofalabama.org/2015/01/charlie-hebdo-the-chickens-come-home-to-roost.html#comments
(9) Artigo de Tony Cartalucci, publicado em http://landdestroyer.blogspot.ca/2015/01/france-armed-terrorists-that-struck.html de 12 de janeiro de 2015.
(10) BERNABUCCI, Cláudio. “A palavra do estadista solitário”. In: Carta Capital, edição citada, p. 24-26.
(11) Artigo publicado em 8 de janeiro de 2015 em http://vineyardsaker.blogspot.com.br/2015/01/i-am-not-charlie.html
(12) Artigo de Wayne Madson, obtido em http://www.strategic-culture.org/news/2015/01/11/curtain-rises-another-act-continual-global-war-terror-play.html publicado no dia 21 de janeiro de 2015.
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EDIÇÃO #125 - Junho & Julho 13

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